O impacto econômico do coronavírus já é uma preocupação para os brasileiros.

Com o necessário isolamento social e fechamento de estabelecimentos, diversas empresas estão começando a ter dificuldades financeiras. Trabalhadores autônomos também sentindo o impacto econômico do coronavírus, já que não podem realizar serviços devido à quarentena.

Em meio a essa situação, surgem diversas questões. Como vou pagar o aluguel se não consigo ter faturamento? Como ficam minhas dívidas? Como vou cumprir os contratos que assumi antes da crise se agora minhas condições mudaram? Como vou pagar a pensão dos meus filhos?

Diante de tantas questões, uma coisa é fato: precisamos descobrir maneiras de nos adaptarmos à realidade que estamos vivenciando. Fechar os olhos e fingir que tudo continua igual apenas piorará a situação. É por isso que diversas partes da sociedade estão se organizando para conversar e realizar acordos. Imobiliárias, por exemplo, estão estimulando negociações entre locadores e locatários, a fim de adequar o pagamento dos alugueis à situação financeira de cada caso. Bancos também estão adotando medidas como a diminuição das taxas de juros e a prorrogação do vencimento de dívidas.

Mediação e conciliação são recomendadas para aliviar o impacto econômico do coronavírus

É preciso tomar decisões rápidas, consistentes e efetivas para enfrentar a crise econômica causada pelo coronavírus. É por essa razão que diversos especialistas estão recomendando a utilização de soluções consensuais para a a realização de acordos entre as partes.

A Vice-Presidência do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CJST) lançou a Recomendação CJST.GVP 1/2020, na qual indica o emprego da mediação e conciliação para conflitos trabalhistas que surjam em virtude da crise do coronavírus.

No mesmo sentido, Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que a conciliação e outros meios de solução consensual de conflitos poderão ser usados em demandas judiciais provocadas pelo crise . “As empresas devem recorrer às conciliações, e os tribunais devem essas câmaras porque elas esvaziam o trabalho do Judiciário e trazem soluções onde as pessoas saem da Justiça com a sensação de que a decisão foi justa, e saiam com sensação de felicidade”, disse o ministro em entrevista à XP Investimentos.

E por que utilizar a mediação e a conciliação?

Você deve estar se perguntando – mas por que especialistas estão recomendando a adoção de soluções consensuais? A resposta está nos benefícios que elas proporcionam:

  1. Rapidez na solução: a mediação e a conciliação possibilitam a realização de acordos de forma rápida, em muito menos tempo do que levaria uma decisão judicial;
  2. Baixo custo: os valores gastos com soluções consensuais são bastante inferiores aos custos de um processo judicial;
  3. Terceiro imparcial: o mediador e o conciliador atuam de forma imparcial, qualquer decisão será sempre tomada pelas partes;
  4. Foco na satisfação de ambas as partes: os interesses de todos os envolvidos são considerados para a tomada de qualquer decisão, de forma que todos saiam satisfeitos;
  5. Preservação de relacionamentos: como todos devem concordar com o acordo, a sensação é de que a decisão foi justa e de que foi bom negociar com o outro;
  6. Multiplicidade de uso: as soluções consensuais podem ser utilizadas em qualquer tipo de conflito, seja ele trabalhista, empresarial, familiar, etc.

Agora que você sabe da indicação e dos benefícios da mediação e da conciliação, já pensou em resolver seu conflito com essas soluções? Contate a Simplifique para saber como!